O livro no século XXI

O novo século que se inicia apresenta singularidades nunca antes experimentadas pelo homem desde seu surgimento no planeta. O século XXI inaugura novos contextos e parâmetros na comunicação humana, fruto de um rápido e avassalador desenvolvimento tecnológico digital, em processo de aperfeiçoamento, que redefinirá de vez as relações econômicas, políticas e sociais.

Na esfera econômica o neoliberalismo praticamente não encontra mais barreiras para sua expansão definitiva e global., na política a insistência em aberturas diplomáticas e mercantis aproxima países até então isolados. Tudo isso reflete-se numa sociedade contemporânea e futura, mergulhada em trocas de informações instantâneas, tendo um padrão cultural ainda mais definido, e principalmente, um grande mercado de massa à disposição de uma indústria cultural global.

Neste meio surgem questões diversas quanto ao que se espera do novo século, exatamente onde as novas mídias e novas linguagens, como a Internet, irão influenciar o comportamento humano, os meios de produção e consumo, principalmente no Ocidente. Quais são os pontos dessa ‘revolução’.

Todo esse movimento parece distanciar as pessoas em geral de mídias convencionais que tendem ao obsoleto, como o livro, porém essa questão traz controvérsias e polêmicas no meio acadêmico e no mercadológico. Qual será o futuro do livro, o suporte de informação mais antigo do mundo ainda em vigência?

De fato, as mudanças afetarão o suporte, que pode até sofrer um processo de digitalização amplamente popular, se isso acontecer o livro se integrará na temática do século XXI e trará consigo mudanças profundas na maneira do homem escrever, ler e divulgar idéias, principais fatores que envolvem a necessidade e afirmação do livro em nosso meio.

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6 Respostas

  1. Não é de hoje que se perguntam se o livro vai acabar. A cada nova tecnologia, parece que outra vai se tornar totalmente obsoleta e sumir assim do nada. Um post do bruno (http://peufrj.wordpress.com/2008/08/16/ebook-e-a-expectativa-do-mercado-brasileiro/) exemplifica isso e gerou um larga discussão.
    Eu, pessoalmente, acho que o livro nunca vai acabar porque sempre existirão loucos que vão preferir o livro impresso a um aparelhinho com imagens multicoloridas, repleto de links e cheiro artificial de papel. Assim como existem hoje loucos que decidem trabalhar com livros num país em que ninguém lê…

  2. O hiperlink está fadado ao fracasso.

  3. Em primeiro lugar, quero dar as boas-vindas ao Thadeu. Grande Thadeu, que sabe tudo de tipografia. É o mesmo, não é? Brincadeiras à parte, acho que concordo um pouco com a Taynée, que o livro não vai acabar, pelo menos por enquanto. Não por causa dos loucos por livro, mas por causa da pobreza, da miséria alheia e da mediocridade dos maus governantes que fazem politicagem distribuindo lap tops em vez de comprar quadro-negro e giz para as escolas. Peguei pesado? Eu acho que nem todos acompanharão a tecnologia, porque ela caminha junto com a miséria humana e social. Fora isso, é bem interessante ampliar as formas de leitura, seja ela digital, de papel, áudio, não importa. A cultura deve ser sempre bem-vinda, não importa o meio. É isso, falei.

  4. fala isso pra Haguenauer só… rs

  5. O que chamam de sociedade de redes eu chamo emaranhado de nós, porque é o que isso tudo tá virando.

  6. Acho que o quis dizer não é o fim do livro, mas o como ele será nesse nosso século, especulaçao, não sei. Assim como a televisão foi para o cinema, a internet é para o livro. linguagem escrita só esta que nos comunicamos e nos lemos agora….

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