A forma além da fôrma

Aproveitando o gancho do último post, o design de livros é uma belo desfile de uma escola na Sapucaí. Discutimos essência e raízes a todo carnaval que passa, não deixamos de nos encantar com as apresentações, porém o espetáculo não é a magnitude do samba.

O design de livros não é invisível como se propõe teoricamente e muito menos base para que o texto possa passar, livre e fluído. Não vamos cair nos conceitos normais de legibilidade e de cada projeto para cada livro, isso é coisa para os masters, logo eles que tornam o invisível em um show gráfico que, no final, faz a diferença na venda.

Não é uma crítica negativa, as construções bem feitas da imagem estão em alta, e devem ser exploradas. Mas, da parte dos designers deve ser explícita a relação de que, às vezes, confundir o conteúdo em meio a belas construções é feito, tem resultado, é isso e ponto.

Como faz a Unidos da Tijuca, como faz a Imperatriz e a Beija-flor. Dizem que esse é o problema da Portela, talvez a Portela devesse contratar o Carson como carnavalesco.

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Uma resposta

  1. hmm… essa galera deveria ler mais o tschichold, hein?

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