Adriano Alves lança novo de livro de poesia

capa-solapino1Sol a pino, o dizer das coisas (Editora Scortecci) é um livro de poesia que trata as coisas do pensamento, do cuidado, do espanto. O livro marca, desde seu início, um compromisso – o compromisso com o real, em que este é o que diz e o poeta é aquele que é capaz de lhe dar ouvidos, de percebê-lo, de lhe res-ponder, isto é, de se colocar à espreita das questões postas pelo próprio do dizer das coisas. Adriano Alves deixa que a poesia seja sempre a manifestação do poético, do agir, do real e da realidade. Adriano é poeta e mais – é poeta da linguagem, faz-deixa que a linguagem seja o que ela nunca pode deixar de ser – linguagem.  (trechos do texto de Antônio Jardim, compositor e professor da UFRJ e UERJ)

adrianoAdriano Alves é pernambucano, doutor em Literatura Brasileira e teve seu primeiro livro, Poemas de memória: navegação de automar, publicado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em dezembro de 2002. Seus ensaios sobre a obra de Jorge Amado, “A celebração da poesia” e “Da liberdade possível”, obtiveram, respectivamente, menção honrosa especial na Faculdade de Letras/UFRJ e menção honrosa no concurso nacional da FENABB. Seu livro Poemas de memória também obteve menção honrosa em concurso promovido pela Faculdade de Letras/UFRJ.

Lançamento: 10 de dezembro de 2008, quarta-feira, às 19h, na Livraria Prefácio
Endereço: Rua Voluntários da Pátria, 39, Botafogo

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2 Respostas

  1. Parabéns pelo lançamento do seu segundo livro “Sol a Pino”, no dia 10.12.08, estamos muito orgulhosos de você. Gostaria muito de está ai neste dia pra abraça-lo bem forte, mas infelizmente não vai ser possível. Sinta o meu abraço com um beijo carinho da sua prima, Dilma.

  2. TEMPO
    O tempo e uma mao na arma
    Quando enfurecido mata a fera
    Mas tempo e a propria esfera
    Se desatina – na inocencia – ama.
    O tempo e o reflexo dos ecos
    Apelos e gestos – o dono do sino
    Toca bom e cruel destino
    Laços e abraços – fortes e fracos…
    Ele veio e levou-me consigo
    Deu-me ollhar pasmo e palavrorio indeciso
    E o prototipo de um esta amigo.
    Ele e a pura ilusao que existe
    Da existencia – marcas que ficam
    As vezes, alefre, quase sempre, triste

    WALTER PEREIRA DE FARIAS
    TENHO QUE PROTEGER AS ORQUIDEAS

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