Editoração é pop

Recentemente, o portal G1 publicou uma série de reportagens sobre o mercado editorial e a profissão de editor. Embora pouco aprofundadas, as matérias podem dar um panorama geral da profissão – inclusive com slides bacaninhas – principalmente para indecisos vestibulandos e calouros do terceiro período da ECO.

Uma delas é uma mini-entrevista com Ricardo Campos Assis, designer editorial e fundador do Estúdio Negrito. O ex-estudante da ECA/USP foi duas vezes campeão do prêmio Jabuti. Vale dar uma olhada na matéria, principalmente, para quem não conhece seu trabalho.

A matéria sobre o mercado publica alguns dados interessantes, como as expectativas salariais. Estima-se que um profissional do produção editorial ganha hoje R$ 450, em estágios de 4 horas e estágios integrais, R$800. Um recém formado pode ganhar entre R$ 1500 e R$ 2500 e os profissionais em cargos de gerencia, R$ 6.000 a R$ 8.000.

Os links são:
Mercado de trabalho em editoração é bastante amplo

Novas mídias ampliam opções na área de editoração

O bom projeto gráfico torna a comunicação mais eficiente

 

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4 Respostas

  1. Não é de hoje que a profissão anda se destacando. Em 2005, a produção editorial (USP) ganhou prêmio Melhores Universidades Guia do Estudante e Banco Real na categoria Empregabilidade – Comunicação e Artes.

  2. É verdade, Jaqueline. Cursos e assuntos voltados para a produção editorial e o mercado estão cada vez mais presentes na mídia. Mas ainda é comum alunos que não têm a menor noção de qual é o trabalho de um editor. Em geral, o pensamento é este: quem faz livros são escritores! Não sei se é falta de interesse ou apenas ignorância…

  3. Sem dúvidas o curso de Produção Editorial vem invertendo este quadro de Tostines às avessas. A falta de prestígio, em todos os sentidos (menos,obviamente, no do bombom), decorre em grande parte devido à pouca ou nenhuma informação que as pessoas têm sobre o curso.

    Não é de se esperar, naturalmente, que o mundo inteiro passe a conhecer as funções de um editor. É um sintoma, no entanto, que pessoas com potencial a cursar PE não saibam nada sobre a área.

    Vestibular para muitos é livraria virtual, já olham pensando no que querem. Poucos são os que garimpam na estante das opções (sim, eu quis fazer uma metáfora horrível) e se interessam por algum curso. Teste vocacional? Ha ha!

    Só para ficar no meu exemplo particular, eu não fazia idéia de que existia este curso. Pensava que eram as cegonhas que traziam os livros…

  4. Enquanto o nosso curso não for reconhecido legalmente, haverá dúvidas a seu respeito. Temos que começar a implementar uma campanha para que isso ocorra logo. Porque o desconhecimento legal do curso está gerando salários baixos, concorrência desleal e desprestígio profissional. Vocês concordam?

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