Créditos iconográficos

copyrightTodos os esforços foram feitos para determinar a origem das fotos usadas neste livro. Nem sempre isso foi possível. Teremos o prazer em creditar fontes caso se manifestem.

Assim está nas páginas de créditos iconográficos de um livro da Companhia das Letras. Determinar os créditos e fontes do material usado numa publicação é sempre tarefa árdua, principalmente quando autores se descuidam sobre o que estão publicando. Materiais protegidos por copyright são inseridos em obras sem que o crédito tenha de fato sido investigado.

Universitários sofrem com as bibliografias e citações, autores sofrem por não poderem usa certas imagens disponíveis no google images ou simplesmente, porque comprar uma foto pode estourar o orçamento de um livro. Editores sofrem por serem os vilões e culpados de certas burradas, para uma editora, errar no copyright não fica bem, fora as correções. Ilustrar um material é sempre proveitoso,  temos que a imagem ajuda a respirar o mar de tipos, exemplificam e até mesmo tornam mais atraente a olhos preguiçosos o caminhar pelas páginas.

Esse tipo de frase é comum, principalmente em livros de ciências humanas, e de certa forma, escancara um problema editorial contemporâneo visível: quem é o autor disso? Ressalvas sejam feitas aos caprichosos, porém descuidos e erros são mais comuns que se imagina. Cada imagem com seu crédito, fujam da internet.

 

Como aqui no blog nós somos anarquistas, não tenho idéia do detentor dos direitos autorais da ilustração deste texto, porém, faço das palavras da Companhia das Letras as minhas, favor, quem for o autor desse lindo copyright, envie seus dados, ano da obra, que programa foi usado, e etc. Teremos o prazer em creditar fontes caso se manifestem.

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Uma resposta

  1. Concordo com a atitudeda Companhia das Letras. Absurdo mesmo seria deixar de difundir uma imagem que seja valiosa por não conseguir encontrar os detentores dos direitos patrimoniais desta obra.

    Quanto não se deve perder em riqueza de conteúdo porque uma fotografia perdida não tem dono? Ainda mais quando vivemos em uma era de “filho bonito sem pai”, para brincar com a expressão.

    Há muito a Internet confronta os excessos do direito autoral e o acesso à cultura e informação. É preciso que não haja radicalismo de nenhum dos lados e nem que se confundam atitudes com a da Cia. das Letras com a de plagiadores e contrafatores que só querem lucrar com a obra alheia.

    Duas simples sentenças de uma empresa deste porte deveriam fazer com que se repensasse muita coisa em relação aos direitos patrimoniais sobre uma obra, sobretudo quando há visível boa-fé.

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