Rede Social do curso de PE / UFRJ

Teve início, em 24 de novembro de 2009, a Rede Social do curso de PE da UFRJ, hospedada em: http://peufrj.ning.com/

Como o próprio texto que demarcou seu lançamento enfatiza, por ela “alunos e professores podem estabelecer contatos, divulgar suas ideias, opiniões, eventos, enfim, conteúdos que enriqueçam ainda mais o debate e o trabalho na área.”

Participem!

Curso de Produção Editorial pode virar curso técnico

O MEC apresentou um plano de alteração de diversos cursos de nível superior, incluindo os de Comunicação Social. No geral, a proposta acaba com os bacharelados em comunicação social e desvincula os cursos de uma área comum. Isso dividiria alguns cursos – como no caso do curso de “Audiovisual e Novas Mídias”, que passaria a ser “Rádio, TV e Internet” ou “Cinema e Audiovisual” – e acaba com outras carreiras – como o curso de “Comunicação Científica”, que vira “Jornalismo”. Além disso, outros cursos seriam extintos, como no caso da habilitação em Editoração, que de acordo com a proposta do MEC viraria um “Curso Superior de Tecnologia em Produção Multimídia”.

Todas as mudanças podem ser conferidas aqui.

Alguns alunos de Editoração da ECA estão discutindo a alteração, já que na prática o curso passaria a ser simplesmente técnico (o que pode forçar uma desvalorização da carreira).

O MEC abriu um portal de consulta pública sobre as alterações, que pode ser acessado aqui.

Se você é contra a mudança proposta pelo MEC que altera os cursos de comunicação social e transformam o curso de Editoração em Curso Superior Técnico, junte-se na campanha para barrar a medida!

Comece assinando a petição online abaixo:

http://www.petitiononline.com/mecedit/petition.html

By Blog do CALC

A imperdível Flip 2009

A Festa Literária Internacional de Paraty tá demais, em 2007 alguns alunos de produção editorial se aventuraram pelas belas terras de Angra dos Reis e Paraty. E esse ano, alguém ruma a Paraty?

Vejam as ‘atrações’  aqui.

Jornalismo literário em debate no CCBB

No dia 08 de abril, às 18h30, o Centro Cultural Banco do Brasil deu início à série Jornalismo Literário, que acontecerá uma vez por mês, de abril a novembro. Com mediação do jornalista Alvaro Costa e Silva, o primeiro debate do ciclo teve como tema O New Journalism e as Experiências Inovadoras do Jornalismo Brasileiro e contou com a participação de Luiz Carlos Maciel e Matinas Suzuki. Com curadoria da jornalista e dramaturga Beatriz Carolina Gonçalves, o programa tem entrada gratuita.

E como não existe obra sem autor, o programa contará com alguns dos maiores nomes do jornalismo brasileiro: Nirlando Beirão, Fernando Morais, Gilberto Dimenstein, José Arbex, José Louzeiro, Luis Nassif, Paulo César Araújo, Paulo Lins, Ricardo Kotscho, Ruy Castro, Sebastião Nery, Sérgio Cabral, além dos dois jornalistas que abriram a programação, no dia 08.

Todos os debates acontecem no Teatro II, com entrada gratuita, sendo que as senhas para o evento devem ser retiradas na bilheteria do CCBB, com uma hora de antecedência ao evento. O CCBB fica na Rua Primeiro de Março 66, Centro, no Rio de Janeiro, telefone (21) 3808-2020.

Confira a programação aqui.

FLIP 2009 terá uma mesa de HQ

A 7ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece entre 1º e 5 de julho, terá uma mesa para os HQs. Já estão confirmados os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, que publicam tira na Ilustrada, e ainda Rafael Grampá e Rafael Coutinho. A mediação será de Joca Reiners Terron. No ano passado, um dos grandes destaques da Festa foi o quadrinista britânico Neil Gaiman.

Fonte:  Folha de São Paulo

Do VOLP ao infinito

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Cícero Sandroni, presidente da Academia Brasileira de Letras, lançou a quinta edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, que incorpora as modificações do Acordo Ortográfico de 1990, sancionado em 2008 pelo presidente Lula. Em vigor desde 1º de janeiro de 2009, a publicação vem para pôr os pingos nos is, e abolir os pingos nos us.

Segundo fala do próprio Sandroni, “a Língua Portuguesa deixa para trás a condição de ser idioma cujo peso cultural e político ainda  encontrava, na vigência de dois sistemas ortográficos oficiais,  um entrave ao seu prestígio e difusão internacional”. O português é  a língua oficial para 215 milhões de pessoas, se pensar que 190 milhões delas são brasileiras, percebemos que o alcance dessa língua não é exatamente global, como defende o próprio colegiado da ABL sobre apresentar falas portuguesas em quase todos os continentes.

Expandida através das navegações marítimas do século XV, e institucionalizada através de um sistema colonial escravocrata, nesse espectro mágico de sofrimento e sangue a língua portuguesa fundiu-se em culturas multiétinicas como a nossa, do Brasil.

No século XXI temos a unificação da língua, a maneira européia de escrever substantivos indígenas e africanos, e mais recentemente, os ingleses, agora tem a ajuda oficial do k, w e y. É instituicional e no Brasil o Novo Vocabulário vai pegando aos poucos, com a publicação do VOLP a língua portuguesa ganha uma Constituição, a última flor do Lácio é para sempre. Principalmente se depender de nós, filhos de Camões.