Harlequin Books procura editor de texto

A Harlequin Books – Editora HR está procurando um editor de texto (período integral, R$ 1200,00, plano de saúde, vale-transporte e almoço no local). Trata-se de uma parceria do Grupo Record com a canadense Harlequin. A linha editorial é especializada em romance feminino, tanto os de banca quanto os de livraria.

Os pré-requisitos são estar somente com a monografia pendente (de preferência) e ter cursado Produção Editorial ou Jornalismo. Para maiores informações  entrar em contato pelo e-mail livia.rosa@record.com.br ou pelo telefone 2585-2000 r: 2951.

Salgueiro – 50 anos de Glória

salgueiroO Tambor que sacudiu o carnaval carioca de 2009 tem sua história contada em livro publicado pela Record em 2003, escrito pela enciclopédia viva do carnaval Haroldo Costa. A reunião de malandros no morro do Salgueiro fez surgir uma das escolas de samba mais populares do cenário atual. Sediado nas mediações da Tijuca, o Salgueiro é parte do enredo da cidade do Rio de Janeiro.

Entrevista com o autor aqui.

Editora Record anuncia investimento em quadrinhos

A editora Record vai pisar fundo nos lançamentos em quadrinhos. Em agosto do ano passado já saiu a adaptação de Artemis Fowl. Além disso, a Record lançou durante anos os álbuns da série do Asterix.

Há bastante material já fechado e a linha virá com lançamentos para o público jovem e um pouco mais adulto também. Entre os futuros lançamentos constam:

-Adaptações para o mangá da obra da escritora Meg Cabot (inclui as continuações de Avalon High e Sorte ou Azar?)

-Adaptação para os quadrinhos da série Jovem James Bond. O primeiro volume será Missão Silverfin. Arte de Kev Walker.

-Graphic Novel da história de Kiki de Montparnasse (baseado na história da artista Alice Prin, que recebeu o apelido de Kiki de Montparnasse e conviveu com diversos artistas na França dos anos 20).

-Série de mangás adaptando a obra de Shakespeare. Começa com Hamlet (que sai na Bienal 2009) e haverá ainda Sonhos de Uma Noite de Verão e Romeu e Julieta. Mais para o fim do ano sai Ricardo III e A Tempestade.

Prince of Persia, que é a adaptação para as HQs da série de games com o mesmo nome. Sai junto com o filme, no início de 2010.

Ainda há outros títulos em processo de assinatura de contrato.

Fonte: Blog V Oitão

O Ano da França no Brasil traz apoio às editoras

france2009logomarcaUma nova e multifacetada literatura francesa vai ser apresentada ao público brasileiro a partir de abril, quando começa oficialmente o Ano da França no Brasil. A estratégia está centrada em três pilares: caravanas em eventos, visita de autores e ajuda às editoras para publicações. Uma coletânea intitulada Os novos rostos da narrativa francesa, da editora gaúcha Sulina, com 20 jovens autores inéditos no Brasil, será lançada, em setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

Três caravanas devem mobilizar os principais eventos literários do país durante o ano. A primeira delas, em julho, aproveitará a Feira Literária de Paraty para focar a jovem literatura francesa. Em setembro, entra em cena a chamada “França multicultural”, reflexo da produção influenciada por culturas estrangeiras, principalmente africanas. Em novembro, o país será homenageado na Feira do Livro de Porto Alegre, e convidado de honra de dois eventos literários importantes: o Fórum das Letras de Ouro Preto e a Bienal do livro de Recife. O governo francês distribuiu 150 mil euros entre editoras brasileiras (Martin Claret, Record, Objetiva, Companhia das Letras, Jorge Zahar, entre outras) para a publicação de autores franceses de ciências humanas. Outros 30 mil euros devem ser destinados à projetos de ficção. As manifestações literárias do Ano da França no Brasil, porém, não se limitarão a eventos e publicações. Até o fim de 2009, serão digitalizados mil documentos raros que registram a influência da cultura francesa na brasileira. Matéria completa aqui.

Mais informações no site Ano da França no Brasil

Umberto Eco de casa nova

umberto-eco1O Nome da rosa, de Umberto Eco, trocou de endereço. Saiu da Nova Fronteira e passa a ser publicado pela Editora Record, que planeja relançar o título ainda neste primeiro semestre. Agora a Record tem em mãos toda a obra do italiano.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Ascensão lenta, mas consistente

1. O Brasil é um país de poucos leitores, que em geral refutam os grandes autores e compram livros de baixa qualidade. E a nova geração, que foge da leitura e prefere diversões eletrônicas, ameaça a sobrevivência do mercado editorial.

2. O Brasil é um país de poucos, mas cada vez mais numerosos, leitores. Gêneros como auto-ajuda, educação financeira e literatura de entretenimento colaboram para essa popularização. E a nova geração, estimulada pelo fenômeno “Harry Potter”, lê mais que a de seus pais.

Avaliações feitas por empresários do mercado editorial costumam se alternar entre as duas descrições acima. Em geral, os livreiros mais antigos, donos de tradicionais lojas de rua, defendem a primeira opção. Executivos que comandam grandes editoras ou redes de livrarias, com forte presença em shoppings, são partidários da segunda. Ao menos em relação ao número de leitores e às vendas de livros, os números dão mais razão à alternativa otimista.

É verdade que menos de 30 milhões de brasileiros são considerados leitores ativos – e mesmo esses lêem, em média, menos de quatro livros por ano, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL). Mas o número de exemplares vendidos têm crescido. “É um movimento bastante gradual, mas todas as pesquisas mostram que tem crescido o número de leitores, e o número de livros que cada um lê por ano”, diz Flávia Ghisi, professora do Provar/FIA.

Em 2007, as vendas da indústria editorial cresceram 6% sobre o ano anterior, com uma boa notícia: as vendas ao consumidor final subiram 8,2%, bem mais que o avanço de 3% das encomendas do governo – que ainda responde por quase 40% do volume vendido e 24% dos pouco mais de R$ 3 bilhões faturados pelas editoras do país.

“É evidente que o mercado incorporou novos leitores quando um livro como ‘A cabana’ [de William P. Young] lidera por meses a lista de mais vendidos. Isso seria impensável na década passada. Há dez anos, um livro vender 100 mil exemplares no Brasil era extraordinário. Hoje o teto é bem mais alto, e não é raro vermos obras vendendo 1 milhão de unidades”, diz a diretora editorial da Record, Luciana Villas-Boas.

Nova geração

Em 2007, a produção de livros de literatura infantil e juvenil cresceu quase 15% e superou a produção de literatura adulta, segundo a CBL – dois anos antes, a edição de livros para adultos era 11% maior. Com 23,3 milhões de exemplares produzidos no ano passado, o gênero infanto-juvenil ficou atrás apenas dos livros religiosos (25,4 milhões) e das obras de educação básica (213 milhões). Dados que colocam em xeque a idéia de que a nova geração não se interessa por leitura.

“Os jovens de hoje lêem muito mais que seus pais. Coleções como a ‘Vaga-Lume’ e a ‘Para Gostar de Ler’ fizeram uma revolução nas escolas. A minha geração, por outro lado, foi punida pela escola, que nos obrigava a ler livros áridos logo de início”, diz Marcos Pedri, diretor comercial da Livrarias Curitiba. Para Flávia Ghisi, do Provar/FIA, é a combinação entre popularização do livro e aumento do interesse do público jovem que vai garantir a expansão do mercado em 2009. (FJ)

Fonte:  Gazeta do Povo

Manoel de Barros completa 92 anos

Ele se diz cuiabano de chapa e cruz, mas foi criado no Pantanal de Corumbá. Manoel de Barros, o poeta pantaneiro, completou 92 anos no dia 19 de dezembro de 2008. O poeta recebeu jornalistas da revista Caros Amigos para falar de “Memórias Inventadas: A terceira Infância”, seu último livro publicado pela Editora Planeta. Segundo o jornal Dia a Dia, em sua edição de fim de ano, a revista Caros Amigos trará uma entrevista exclusiva em que fala da obra de Paulo Coelho e de seu encontro com Vinícius de Morais.

Depois de ter visto sua poesia ganhar traduções para o inglês, alemão, francês, espanhol e até catalão, Manoel de Barros, um dos maiores vendedores de poesia do país, diz que não pensa mais em lançar nova obra por conta da idade. O lançamento de suas obras completas no momento está adiado por um impasse entre as editoras Record e Planeta, por esta não ceder os direitos de apenas um livro publicado. Até então, Manoel assegura que “Memórias Inventadas: A terceira infância” pode ser seu último livro.